Uma Só Saúde
A Solução Integrada para um Planeta Saudável
A abordagem "Uma Só Saúde" (ou “One Health”, em inglês) reconhece a interdependência entre a saúde humana, animal, vegetal e ambiental. Ela destaca que esses aspectos não podem ser tratados isoladamente, especialmente frente a desafios globais como pandemias e mudanças climáticas. Também busca promover a harmonia nas interações entre humanos, animais e meio ambiente, além de reconhecer a importância da biodiversidade, do acesso igualitário aos recursos naturais e do valor de todos os seres vivos que compõem um ecossistema.
A "Uma Só Saúde" entende a saúde não apenas como um estado de ausência de doenças, mas como o bem-estar integral — físico, mental e social — e reforça que seres vivos saudáveis dependem de ecossistemas saudáveis, pois eles fornecem ar, água, alimentos, medicamentos e outros bens e serviços essenciais à vida. Em resumo:
Ecossistemas saudáveis = Animais saudáveis = Humanos saudáveis
Embora a ideia da conexão entre saúde ambiental, animal e humana seja muito antiga, sendo praticada pelas civilizações existentes há séculos, o conceito de “Uma Só Saúde” foi consolidado publicamente nos anos 2000 com a emergência da doença respiratória aguda grave (SARS, da sigla em inglês). Nos últimos anos, a perspectiva da “Uma Só Saúde” ganhou força devido à pandemia do coronavírus (SARS-CoV-2), que tornou evidente a interdependência entre humanos, animais e o ambiente compartilhado entre todos.
A “Uma Só Saúde” depende da integração de conhecimentos e da colaboração entre cidadãos, comunidades, setores produtivos e academia. A abordagem é baseada em vários princípios, como equidade, equilíbrio socioecológico, gestão responsável e transdisciplinaridade, que podem ser adotados por qualquer pessoa ou instituição visando à promoção do bem-estar coletivo e ao enfrentamento das ameaças à saúde global. Esses valores garantem que todos os setores (saúde humana, ambiental e animal) e disciplinas (como Medicina, Veterinária, Biologia, Economia, entre outras) envolvidos na “Uma Só Saúde” tenham igualdade de voz, de responsabilidade e de participação na tomada de decisões, além do acesso equilibrado a recursos e financiamento.
Organizações globais como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) promovem a “Uma Só Saúde” como estratégia para o enfrentamento de desafios globais complexos, como pandemias, resistência antimicrobiana e degradação ambiental.
Importância da “Uma Só Saúde”: desafios globais
A “Uma Só Saúde” incentiva a colaboração entre setores para desenvolver soluções integradas para as ameaças à saúde humana, ambiental e animal. Aqui estão alguns dos desafios tratados pela “Uma Só Saúde”:
• Emergência de Zoonoses
As zoonoses são doenças infecciosas transmitidas diretamente entre animais e humanos. Exemplos incluem a coqueluche (originária de cães), o sarampo (derivado da peste bovina), a gripe (oriunda, originalmente, de porcos e aves) e o Ebola (proveniente de morcegos).
A Covid-19, causada pelo coronavírus SARS-Cov-2, também pode ser considerada uma zoonose, com evidências que sugerem que o vírus teria chegado aos humanos a partir dos morcegos. A pandemia da Covid-19 é um exemplo notório de como o mundo está interligado, mostrando que uma crise que desponta em um país pode rapidamente se espalhar globalmente. Desde novembro de 2019, a Covid-19 pode ter provocado 3,2 milhões de mortes e custado aproximadamente 17 trilhões de dólares para a economia global.
A OMS estima que mais de 60% das doenças infecciosas têm origem animal. Todos os anos, ocorrem cerca de um bilhão de casos de zoonoses no mundo, também segundo a OMS. Os agentes causadores dessas infecções, como vírus e bactérias, podem adaptar-se e passar para os humanos a partir do contato direto com animais domésticos, agrícolas ou selvagens, ou por meio do contato indireto, como pela ingestão de carnes ou subprodutos contaminados.
A transmissão das zoonoses pode ser agravada por atividades humanas que perturbam os ecossistemas e forçam outros animais a migrarem para novos ambientes. Fatores como desmatamento ilegal, urbanização e expansão agrícola descontroladas, destruição de habitats naturais e tráfico de animais selvagens aumentam o contato entre humanos e animais, facilitando a transmissão dos patógenos, que são os agentes causadores de doenças. Além disso, mudanças climáticas, vulnerabilidade ambiental e condições socioeconômicas precárias contribuem para a disseminação das zoonoses, especialmente em áreas degradadas ou regiões semiurbanas, situadas na transição entre áreas urbanizadas e rurais.
A circulação das zoonoses não afeta somente a saúde humana, mas coloca em risco também a produção e o comércio de produtos de origem animal. Em 2024, por exemplo, o Paraná registrou mais de 200 casos confirmados de raiva bovina. A doença é transmitida por morcegos contaminados com o vírus da raiva, principalmente quando se alimentam do sangue de outros animais, e pode levar à morte do rebanho e causar prejuízos aos produtores.
A degradação ambiental e a perda da biodiversidade também podem aumentar o risco de novas epidemias e pandemias relacionadas às zoonoses. O Brasil, por exemplo, com biomas como a Amazônia, abriga grande diversidade de seres vivos e de patógenos, muitos ainda potencialmente desconhecidos. O desequilíbrio ambiental, causado por fatores como o desmatamento ilegal e perda de habitats naturais, facilita a transmissão desses organismos para os humanos.
O custo anual para a prevenção de pandemias associadas às zoonoses é 20 vezes menor que o gasto com perdas de vidas e prejuízos econômicos decorrentes desses eventos, segundo estudo publicado em 2022. Nesse sentido, a “Uma Só Saúde” pode contribuir para a prevenção por meio de ações combinadas que consideram a ligação entre proteção ambiental, saúde animal e saúde pública, como a preservação dos ecossistemas, o controle do tráfico de animais, a promoção de práticas agrícolas sustentáveis e o fortalecimento da vigilância sanitária integrada.
• Resistência aos Antimicrobianos
A resistência aos antimicrobianos é a capacidade dos micro-organismos, como bactérias e fungos, de sobreviver aos medicamentos (como antibióticos e antifúngicos), tornando o tratamento das infecções menos eficiente ou até mesmo completamente ineficaz.
A resistência aos antimicrobianos é, atualmente, um dos maiores desafios de saúde global. As infecções causadas por organismos resistentes estão entre as dez maiores causas de mortes no mundo. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que, até 2050, as superbactérias — aquelas resistentes a múltiplos antibióticos — poderão causar até 10 milhões de mortes por ano, além de acarretar custos que deverão ultrapassar 10 trilhões de dólares. A resistência aos antimicrobianos é tão impactante que, sem investimentos em estratégias de prevenção e controle, a expectativa de vida no mundo poderá ser reduzida em até 1,8 anos em função das infecções associadas.
O uso indiscriminado de antibióticos em humanos e animais é apontado como uma das principais causas do aumento das infecções relacionadas à resistência antimicrobiana. O descarte inadequado de medicamentos e a liberação de resíduos de antimicrobianos no meio ambiente, especialmente por meio do esgoto não tratado, podem agravar o problema. Além disso, as mudanças climáticas podem impactar ecossistemas, intensificar eventos extremos e favorecer a expansão de doenças infecciosas para novas áreas geográficas, enquanto desastres climáticos, como inundações, podem comprometer a infraestrutura de saneamento e de abastecimento de água, contribuindo para a disseminação de infecções.
Um exemplo da relação entre as mudanças climáticas e a proliferação de micro-organismos resistentes é o do superfungo Candida auris. Esse organismo pode resistir aos principais medicamentos antifúngicos e apresenta elevados índices de mortalidade. Entre novembro de 2021 e fevereiro de 2022, Recife (PE) registrou o maior surto no Brasil, com 48 casos confirmados. O aumento das temperaturas globais favorece a seleção de organismos que apresentam tolerância a temperaturas mais elevadas, o que pode favorecer a sua sobrevivência e a capacidade de "burlar" os mecanismos de defesa do corpo humano.
Por afetar a saúde humana, animal e ambiental, a resistência aos antimicrobianos é também tratada na “Uma Só Saúde”. Entre outras medidas, essa abordagem incentiva o monitoramento e controle do uso de antibióticos e outros antimicrobianos. Campanhas de conscientização sobre o uso racional de antimicrobianos em humanos e animais também podem contribuir para a redução do problema.
• Segurança Alimentar e Segurança dos Alimentos
À medida que a população mundial continua a aumentar, garantir que as pessoas tenham acesso em quantidade suficiente a alimentos seguros, nutritivos e saudáveis se torna um desafio crescente.
As mudanças climáticas afetam diretamente a segurança alimentar (o acesso contínuo e suficiente a alimentos de qualidade que atendam às necessidades nutricionais da população) e a segurança dos alimentos (garantia de que os alimentos consumidos não contenham substâncias ou patógenos prejudiciais), conceitos fundamentais dentro da abordagem “Uma Só Saúde”. O aumento das temperaturas, eventos climáticos extremos e a alteração nos padrões de chuva comprometem a produção agrícola e a pecuária, podendo levar à escassez de alimentos e à diminuição do valor nutricional das culturas. Ao mesmo tempo, esses fatores criam condições favoráveis para a proliferação de pragas, doenças em animais e plantas e contaminação dos alimentos por patógenos, colocando em risco a segurança dos alimentos
A segurança dos alimentos também pode ser impactada pelo uso indiscriminado de produtos como pesticidas e antibióticos na produção agropecuária, o que pode contribuir para a disseminação de resíduos e o desenvolvimento de resistência aos antimicrobianos.
Nesse contexto, a “Uma Só Saúde” torna-se relevante ao propor estratégias integradas que considerem os sistemas agroalimentares, o manejo sustentável dos recursos naturais e a vigilância das zoonoses. Ações como a promoção de práticas agrícolas mais sustentáveis e o controle da qualidade dos alimentos são essenciais para garantir a produção de alimentos seguros e acessíveis a todos, protegendo, simultaneamente, a saúde humana, animal e ambiental.
A insegurança alimentar afeta milhões de pessoas globalmente, e a abordagem “Uma Só Saúde” pode ajudar a mitigar esse problema ao propor ações para tornar a produção de alimentos mais segura e sustentável. IMAGEM: traduzida e modificada de Our World in Data
Estratégias e ações da “Uma Só Saúde”
Entre as diversas ações que podem resultar da abordagem “Uma Só Saúde”, destacam-se:
• Educação, Conscientização e Responsabilidade Coletiva
Promover o entendimento da interconexão entre saúde e meio ambiente é um dos pilares da “Uma Só Saúde”. Por isso, campanhas educativas e treinamentos para profissionais de saúde, agricultores e o público em geral têm papel essencial dentro dessa abordagem.
Nesse sentido, visando ampliar a conscientização sobre a “Uma Só Saúde” e seguindo o movimento global, o Brasil instituiu, por meio da Lei n° 14.792/2024, o Dia Nacional da Saúde Única, celebrado anualmente em 3 de novembro.
A responsabilidade coletiva também faz parte das estratégias da "Uma Só Saúde", pois incentiva mudanças de comportamento e a adoção de práticas que respeitem a saúde humana, animal e ambiental.
A integração de conhecimentos, incluindo os saberes tradicionais, aliada a ações educativas e à responsabilidade compartilhada, assegura que todos compreendam seu papel no cuidado com o planeta, contribuindo para o bem-estar das gerações atuais e futuras.
• Proteção da Biodiversidade e Preservação dos Ecossistemas
A proteção da biodiversidade e dos ecossistemas é fundamental para o sucesso da abordagem “Uma Só Saúde”.
A perda da biodiversidade, influenciada por práticas como o desmatamento ilegal, poluição e mudanças climáticas, intensifica os riscos à saúde global, já que muitos serviços e bens essenciais à vida provêm dos ecossistemas. Entre outros desafios, a degradação ambiental reduz a resiliência dos ecossistemas e facilita a disseminação de patógenos. Também compromete a segurança alimentar ao afetar a disponibilidade de recursos naturais e a sustentabilidade dos sistemas agroalimentares.
Diante desse cenário, modos de produção como a agricultura regenerativa e os sistemas agroflorestais são alternativas para aumentar a sustentabilidade da produção de alimentos e reduzir o impacto das atividades humanas sobre os ecossistemas. Essas práticas buscam o equilíbrio entre a produção de alimentos e a preservação ambiental, contribuindo para a restauração dos solos e manutenção dos habitats naturais.
Ao integrar essas abordagens com políticas de mitigação das mudanças climáticas e conservação da biodiversidade, é possível não apenas melhorar a segurança alimentar, mas também garantir ecossistemas saudáveis que sustentem o bem-estar humano e animal no longo prazo.
• Mitigação das mudanças climáticas
A mitigação das mudanças climáticas é outra ação estratégica da "Uma Só Saúde", visto que os impactos do aquecimento global afetam a saúde humana, animal e ambiental. O aumento da frequência e intensidade dos eventos extremos, por exemplo, pode criar condições favoráveis para a disseminação de patógenos, ampliando o risco de doenças infecciosas. Além disso, as alterações climáticas podem provocar desequilíbrios nos ecossistemas, impactando o fornecimento de bens e serviços importantes para o bem-estar de todos.
Reduzir as emissões de gases de efeito estufa e adotar práticas mais sustentáveis, como o uso de energias renováveis e a restauração de ecossistemas degradados, são práticas fundamentais para minimizar esses impactos. Estratégias integradas que alinhem a mitigação climática à conservação ambiental e à saúde coletiva ajudam a construir comunidades mais resilientes e ecossistemas mais saudáveis.
• Políticas Públicas e Cooperação Local e Global
Políticas públicas e cooperação entre diferentes atores, tanto em nível local quanto global, são pilares para a implementação eficaz da abordagem "Uma Só Saúde". A integração de setores e instituições, desde comunidades até organismos internacionais, viabiliza soluções equitativas para proteger a saúde humana, animal e ambiental.
Medidas como a conservação ambiental, a regulação do uso de antimicrobianos e o combate ao tráfico de animais são fundamentais para reduzir os riscos à saúde global. Além disso, a colaboração, comunicação e coordenação entre governos, instituições e comunidades fortalecem a governança e promovem ações conjuntas com benefícios mútuos.
A abordagem “Uma Só Saúde” nos lembra que a saúde humana, animal e ambiental é interconectada, e que os desafios globais, como as zoonoses, a resistência antimicrobiana e a segurança alimentar, exigem soluções integradas e colaborativas. Ao buscar práticas sustentáveis, a “Uma Só Saúde” oferece um caminho para um futuro mais equilibrado e justo para todos os seres. Com ações conjuntas, baseadas na educação, preservação ambiental, mitigação das mudanças climáticas e políticas públicas eficazes, podemos enfrentar os desafios de forma mais eficiente e garantir um planeta mais saudável. O compromisso coletivo é a chave para construir um mundo onde o bem-estar de todos os seres vivos, incluindo o nosso, seja uma realidade.
Para mais conteúdo relacionado às mudanças climáticas, acesse o Painel de Indicadores de Mudanças Climáticas de Curitiba neste link.
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Fontes consultadas
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