Startups pelo Clima
Tecnologia e Inovação no Enfrentamento das Mudanças Climáticas
Em um minuto:
- Startups verdes: as mudanças climáticas demandam soluções inovadoras, e as startups desempenham papel fundamental no desenvolvimento de tecnologias verdes (greentechs), promovendo a redução de emissões e a adaptação climática.
- Categorias de startups verdes: as climate techs focam diretamente no enfrentamento das mudanças climáticas, enquanto cleantechs, energytechs, firetechs, water techs e agtechs desenvolvem tecnologias para diferentes setores, como energia renovável, gestão hídrica, prevenção de incêndios e agricultura sustentável.
- Impacto econômico e oportunidades de crescimento: estima-se que, até 2050, as tecnologias verdes possam agregar US$ 10,3 trilhões ao PIB global. No Brasil, o número de startups verdes ainda é relativamente pequeno, mas o crescimento dos investimentos sugere que há potencial para expansão.
- Principais áreas de atuação das climate techs: essas startups desenvolvem soluções para setores estratégicos, incluindo energia renovável, transporte sustentável, indústria de baixo carbono, construções resilientes e agricultura regenerativa, contribuindo tanto para a mitigação quanto para a adaptação às mudanças climáticas.
- Desafios: o acesso a financiamento, o maior investimento em inovação e em tecnologias climáticas e a baixa maturidade de algumas das soluções desenvolvidas ainda representam entraves à expansão das climate techs.
Ondas de calor recorrentes, incêndios florestais graves, enchentes, vendavais... As mudanças climáticas impõem desafios urgentes que exigem novas formas de pensar, agir e se adaptar a um mundo onde os impactos do aquecimento global já fazem parte da realidade.
Nesse cenário, inovação e tecnologia emergem como aliadas no combate à crise climática. As startups, com sua agilidade e DNA inovador, têm o potencial de acelerar soluções sustentáveis e transformar mercados. Além de impulsionar mudanças positivas para o meio ambiente e a sociedade, também representam oportunidade econômica e perspectiva de crescimento: estima-se que, em 2050, as tecnologias verdes possam adicionar 10,3 trilhões de dólares ao PIB global, segundo análise da Oxford Economics, valor oito vezes superior ao registrado em 2020.
As tecnologias verdes – ou greentechs – englobam ampla gama de soluções para prevenir ou minimizar impactos ambientais, e abrangem desde energias renováveis e veículos elétricos até gestão de resíduos e agricultura regenerativa. As startups que desenvolvem essas tecnologias verdes podem ser classificadas em várias categorias, conforme a sua atuação:
• Climate techs: também denominadas startups de tecnologia climática, são aquelas cujo foco de atuação é relacionado às mudanças climáticas. Entram nessa categoria as empresas que desenvolvem tecnologias para modelagem climática, predição de eventos extremos, captura, armazenamento e uso do carbono (CCUS, da sigla em inglês) e soluções para cidades resilientes, entre diversas outras. Falaremos mais delas daqui a pouco.
• Cleantechs: trabalham com o desenvolvimento de tecnologias limpas, destinadas à redução da poluição, aumento da eficiência dos processos produtivos e uso otimizado e sem desperdício dos recursos naturais, como aquelas aplicadas ao reúso de água e eficiência energética. A startup scubic, por exemplo, pode ser classificada como uma cleantech por utilizar análise de dados para a criação de redes inteligentes de água, que minimizam os custos operacionais para as concessionárias.
• Energytechs: centradas na geração, armazenamento e distribuição de energia. Exemplos do que é desenvolvido pelas energytechs incluem as energias renováveis, baterias avançadas, soluções para armazenamento de energia e redes elétricas inteligentes. A energytech paranaense Enliv, por exemplo, oferece serviço de assinatura de energia renovável, conectando os consumidores a usinas geradoras de energias limpas.
• Firetechs: startups focadas no desenvolvimento de tecnologias inovadoras para prevenção, combate e resposta a incêndios. Elas utilizam soluções como inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT, da sigla em inglês), drones, big data e robótica para melhorar a segurança contra incêndios em diferentes setores, como indústrias, florestas e ambientes urbanos. Um exemplo de firetech é a umgrauemeio, que atua na detecção de incêndios florestais.
• Water techs: empresas que desenvolvem tecnologias para a gestão, tratamento e preservação da água, trabalhando em diversas frentes, como saneamento, dessalinização, reúso, monitoramento da qualidade da água e eficiência hídrica em indústrias e cidades. A Chemical Treinamento e Inovação Tecnológica, com sede em Curitiba, é um exemplo de water tech, pois utiliza uma tecnologia socioambiental baseada em IoT para o monitoramento em tempo real da qualidade da água em corpos hídricos.
• Agtechs: startups voltadas ao agronegócio. Muitas agtechs desenvolvem produtos e serviços para a agricultura que produzem menor impacto ambiental e, por isso, podem também ser consideradas como startups verdes. Um exemplo é a AVant, que utiliza drones para aplicação precisa de herbicidas, minimizando o uso de insumos químicos e evitando a contaminação do solo e da água.
Embora existam diversos nomes para as startups verdes, pode existir sobreposição entre as classificações, isto é, uma startup verde pode se enquadrar em mais de uma categoria. Toda climate tech, por exemplo, é também uma greentech. Uma cleantech que desenvolva tecnologia para a eficiência no uso da água seria considerada também uma water tech. Muitas energytechs, agtechs, water techs ou firetechs podem também ser climate techs, pois as soluções desenvolvidas podem contribuir para a redução das emissões dos gases de efeito estufa ou para a adaptação às mudanças climáticas. Tudo depende do escopo da startup, mas, em geral, ao desenvolver tecnologias verdes, todas elas podem contribuir de alguma maneira, direta ou indiretamente, para o combate às mudanças climáticas.
Em 2022, o Brasil contava com mais de 900 greentechs cadastradas na plataforma Climate Ventures, atuando principalmente em áreas como gestão de resíduos, indústria, agropecuária e florestas e uso do solo. Em 2024, um mapeamento da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) identificou que, entre as startups catalogadas, apenas 1% delas eram cleantechs, 1% energytechs e 2% greentechs, mostrando o grande potencial de crescimento para negócios verdes no país.
Além disso, o Brasil registrou o maior aumento percentual da América do Sul em investimentos em tecnologias climáticas, com salto de 187% em relação ao período anterior. Esses números sugerem que o país é um forte candidato a se tornar um dos principais polos de inovação climática da região.
O que são climate techs e como contribuem para a mitigação e adaptação às mudanças climáticas?
Já comentamos que as climate techs são as startups cuja atuação é relacionada ao enfrentamento das mudanças climáticas. Cabe destacar que, quando falamos em tecnologias climáticas, existem dois “alvos” principais:
1) Redução das emissões de gases de efeito estufa
Como as emissões de gases de efeito estufa provenientes das atividades humanas são as principais responsáveis pelo aquecimento global, as tecnologias destinadas a reduzi-las ou evitá-las contribuem diretamente para a mitigação das mudanças climáticas.
Exemplos de soluções tecnológicas para a redução das emissões são aquelas empregadas para a descarbonização de setores-chave, como a substituição de combustíveis fósseis pelos de fontes renováveis, que geram menos emissões, e as tecnologias de captura, uso e armazenamento de carbono.
2) Adaptação e resiliência frente às mudanças climáticas
Mesmo que as metas do Acordo de Paris, que completa 10 anos em 2025, fossem plenamente alcançadas, os impactos das mudanças climáticas provavelmente ainda persistiriam por vários anos.
Por isso, as iniciativas nessa linha de atuação visam aumentar a resiliência dos sistemas ambientais e humanos e estabelecer estratégias de adaptação aos efeitos do clima em mudança.
Alguns produtos voltados à adaptação e resiliência às mudanças climáticas são os seguros contra eventos extremos, como enchentes, e o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e alerta precoce em caso de desastres naturais.
As climate techs estão inseridas em diversos setores, mas se concentram principalmente naqueles que mais contribuem para as emissões globais de gases de efeito estufa. Entre as principais áreas de atuação, destacam-se:
• Energia
Cabem aqui as tecnologias climáticas para a geração de energia renovável, como solar, eólica e hidrelétrica, além de soluções para redes distribuídas, que promovem maior eficiência e resiliência no fornecimento de eletricidade, e armazenamento de energia, essencial para garantir o uso contínuo das fontes renováveis e otimizar a gestão da demanda.
• Transporte
As tecnologias climáticas relacionadas ao transporte e à mobilidade incluem, por exemplo, os veículos elétricos, que, ao longo do ciclo de vida, emitem menos gases poluentes que os convencionais. As inovações em estágio mais avançado também são dedicadas a outros modais de transporte, como trens, caminhões e ônibus. Em contrapartida, alguns setores, como a aviação, são mais desafiadores de descarbonizar e, por isso, podem demandar mais tempo até o estabelecimento das tecnologias climáticas em larga escala.
• Indústria
Muitas climate techs concentram esforços no desenvolvimento de processos industriais que resultem em menores níveis de emissões e na substituição de materiais por alternativas menos poluidoras. As tecnologias de captura, uso e armazenamento de carbono também têm atraído a atenção dessas empresas, especialmente pela potencial aplicação em setores industriais difíceis de descarbonizar.
• Construção
Exemplos de tecnologias sustentáveis que vêm sendo desenvolvidas para o setor da Construção são os softwares e sensores que otimizam o consumo de energia em edificações e o uso de materiais de construção de baixo carbono. Aqui também se enquadram as startups que desenvolvem soluções para construções mais resilientes e sustentáveis, como o uso de Modelagem da Informação da Construção (BIM, da sigla em inglês) e de soluções baseadas na natureza, a exemplo dos telhados verdes e das estratégias de resfriamento natural.
• Agricultura
Inovações importantes nesse setor incluem a agricultura de precisão, a agricultura regenerativa e o desenvolvimento de culturas resistentes a condições climáticas extremas, alternativas que possibilitam tanto a redução das emissões como a adaptação das cadeias produtivas às mudanças climáticas.
No Brasil, de acordo com o Mapa das Startups Climáticas, publicado em 2022 pela Climate Ventures, as principais áreas de atuação eram:
• Gestão de resíduos (27% das climate techs cadastradas)
• Indústria (21%)
• Agropecuária(16%)
• Florestas e uso solo (13%)
• Água e Saneamento (10%)
• Energia e biocombustíveis (7%)
• Logística e Mobilidade (6%)
A maioria das climate techs brasileiras estava localizada na região Sudeste (57%), seguida pelo Sul (18%), Norte (12%), Nordeste (9%) e Centro-Oeste (4%).
Já quanto às fontes de financiamento, muitas climate techs atuantes no país não haviam recebido nenhum tipo de financiamento (41% das startups cadastradas), enquanto outras foram contempladas com doações e recursos não reembolsáveis (grants e verba de fomento, 24%), participação acionária (equity, 18%), empréstimo bancário (10%) e dívida conversível em participação (6%).
Financiamento e perspectiva para as climate techs
Entre 2023 e 2024, 56 bilhões de dólares foram aplicados no financiamento para as tecnologias climáticas no mundo. Apesar do montante elevado, esse valor é 29% menor do que o registrado no período anterior, de acordo com o relatório “State of Climate Tech 2024”, produzido pela consultoria PwC. A redução nos investimentos pode ser atribuída principalmente a tensões geopolíticas, aos custos mais elevados dos empréstimos e à incerteza econômica global.
Em contrapartida, houve crescimento no financiamento das soluções baseadas em Inteligência Artificial, energias renováveis e adaptação às mudanças climáticas. Os maiores investimentos foram endereçados para startups trabalhando com hidrogênio renovável e com captura, utilização e armazenamento de carbono, duas tecnologias com elevado potencial para a redução de emissões de gases de efeito estufa.
Até o terceiro trimestre de 2024, os setores que mais receberam investimentos foram o de mobilidade e de energia, enquanto o financiamento de tecnologias climáticas para a indústria encolheu em comparação ao período anterior. IMAGEM: PwC
Para 2025, um levantamento realizado com especialistas pela Sightline Climate indica que os temas que poderão apresentar crescimento expressivo e atrair mais investimentos são energia nuclear, energia geotérmica, armazenamento de energia de longa duração, CCUS, remoção de carbono, armazenamento de energia térmica para uso industrial, hidrogênio renovável, combustível sustentável de aviação, veículos elétricos, proteínas alternativas e carregamento de veículos elétricos.
Os elevados custos iniciais e os longos prazos de retorno sobre o investimento, característicos de muitos negócios verdes, podem criar barreiras para os investidores que buscam retornos mais rápidos. Além disso, as tecnologias mais bem estabelecidas e com maior nível de maturidade têm sido priorizadas em detrimento das que estão nos estágios iniciais de pesquisa e desenvolvimento.
Porém, mesmo com esses entraves, o mercado para as tecnologias verdes poderá aquecer em função da crescente preocupação com as mudanças climáticas. Para a transição para uma economia de baixo carbono, necessária para “frear” os efeitos do aquecimento global, a ONU estima que são necessários, até 2050, investimentos anuais na ordem de 1,6 a 3,8 trilhões de dólares. Esse montante a ser movimentado, por sua vez, indica o grande potencial para a criação de oportunidades para novos modelos de negócios.
Além dos investimentos privados, o apoio público pode impulsionar ainda mais as climate techs. Nesse sentido, em 2025, Curitiba e São Paulo vão receber a segunda edição brasileira do Programa BioCidades Empreendedoras, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Em cada cidade, serão incubadas 50 startups e empresas em estágio inicial que desenvolvam negócios com propostas de resiliência climática urbana. Com apoio das prefeituras e outras instituições, iniciativas como essa mostram que o fomento às climate techs é também uma estratégia para enfrentar a crise climática nas cidades.
A ascensão das climate techs representa uma oportunidade para impulsionar a transição para uma economia de baixo carbono. Diante da crescente urgência da crise climática e da pressão por soluções sustentáveis, essas startups têm a agilidade necessária para inovar e preencher lacunas deixadas, muitas vezes, pelos modelos de negócio tradicionais. Seu potencial de transformação vai além da mitigação dos impactos ambientais: trata-se de uma atuação estratégica que pode gerar novas cadeias de valor e impulsionar o crescimento econômico global. Entretanto, para que esse ecossistema se desenvolva plenamente, é essencial fortalecer os incentivos financeiros, regulatórios e políticos que viabilizem sua expansão.
A superação dos desafios climáticos pode não depender apenas de políticas públicas ou compromissos institucionais, mas do poder transformador da inovação. As climate techs têm o potencial de ajudar a redefinir os rumos do desenvolvimento sustentável, mostrando que soluções ambientalmente amigáveis e economicamente atrativas podem ser a chave para um futuro mais resiliente.
Para mais conteúdo relacionado às mudanças climáticas, acesse o Painel de Indicadores de Mudanças Climáticas de Curitiba neste link.
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Para citar este artigo:
OBSERVATÓRIO SISTEMA FIEP / PAINEL DE INDICADORES DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS DE CURITIBA (PIMCC). Startups pelo Clima: Tecnologia e Inovação no Enfrentamento das Mudanças Climáticas. Disponível em: https://paineldemudancasclimaticas.org.br/noticia/startups-verdes. Acesso em: dd/mm/aaaa.
#MudançasClimáticas #ClimateChange #ClimateTechs #Greentechs #Inovação #Tecnologia #TecnologiaClimática
Fontes consultadas
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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE STARTUPS (ABSTARTUPS). Mapeamento - Lista das Startups 2024. Disponível em: https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiMmQxNTkyYjAtZjUxZC00MWQ5LWI5OTktMGE1NTQxOGU5NjFlIiwidCI6IjZlODU2NzA3LTdiNDktNGVjZi05M2VkLTEyZWJiMTgzNTA3NiJ9. Acesso em: 10 fev. 2025.
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